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O Clube
CPDG, criado para trabalhar pelos esportes no gelo

O Clube Paulista de Desportos no Gelo foi criado em 12 de julho de 2011 com o objetivo de trabalhar para o desenvolvimento dos esportes praticados no gelo. A fundação do CPDG, a sigla que a entidade adotou, foi decidida em uma assembleia, realizada em Santo André, na região do Grande ABC, em São Paulo. Na ocasião, foram feitas a ata de fundação, a aprovação do estatuto, a eleição e a posse da primeira diretoria.

O CPDG é presidido por Edson Bindilatti, técnico de atletismo com duas participações olímpicas nos Jogos de Inverno, no bobsled. A diretoria ainda é composta por Márcio Simão de Souza, vice-presidente, Melry Neri Caldeira, tesoureira, e Rodrigo Palladino, diretor-técnico. O Conselho Fiscal é formado por Anderson Venâncio, Mário Alves da Silva Neto e Luiz Alberto Cardoso de Araújo, e tem como suplentes Rosemeire Domingos, Adriano Aparecido da Silva e Carlos Alberto Azevedo.

O CPDG é uma associação civil, de caráter desportivo, cultural e social, sem fins lucrativos, com sede em Santo André. Os objetivos definidos em estatuto são os seguintes:
- Proporcionar e incentivar a prática dos desportos no gelo, organizar competições e seletivas de bobsled, skeleton, luge, curling, hóquei, patinação de velocidade e patinação artística entre seus associados e também envolvendo não associados, na forma estabelecida pela diretoria;
- Participar com suas equipes e atletas de competições de bobsled, skeleton, luge, curling, hóquei, patinação de velocidade e patinação artística, curling paraolímpico e hóquei paraolímpico;
- Realizar atividades de iniciação e aperfeiçoamento técnico dos desportos no gelo;
- Promover o desenvolvimento e a prática dos desportos no gelo em Santo André e em São Paulo;
- Realizar atividades sociais, culturais educativas e esportivas.

Edson Luques Bindilatti
Presidente

Data e local de nascimento: 13/3/1979, em Camamu (BA)
Esportes de inverno: No atletismo, competiu no decatlo e nos 400 m com barreiras. Disputou, pela seleção brasileira, no bobsled de 4 integrantes, os Jogos Olímpicos de Salt Lake City/2002 (27º) e de Turim/2006 (25º). Suas principais conquistas foram obtidas os dois 3º lugares obtidos em etapas da America’s Cup realizadas em Lake Placid, nos EUA/2000 e 2001.

Edson Bindilatti competia no atletismo, no decatlo, não sabia o que era o bobsled e só conhecia neve pela TV quando recebeu, em 2000, o convite da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (CBDG) para treinar com a seleção brasileira. Alugou o filme Jamaica Abaixo de Zero para entender como era o esporte. Enfrentou a resistência da mãe, que temia pela segurança do filho, e o medo nas primeiras descidas, mas conseguiu vaga na equipe que disputou os Jogos Olímpicos de Inverno de Salt Lake City, em 2002, como pusher (que empurra o carrinho), e voltou para a pista olímpica em 2006, como breakman (último homem do carrinho, o que puxa o breque, na linha de chegada). 

Em 2010 foi o piloto da equipe brasileira no comando do ‘foguetinho’, o bobsled usado pelos atletas do Brasil, dirigido por duas cordas, usadas como rédeas, que movimentam as lâminas dianteiras – as traseiras são fixas. Bindilatti fez cursos para obter o certificado de piloto. Com Márcio Simão de Souza (110 m com barreiras), Sérgio Muniz (salto em distância e triplo), Odirlei Pessoni (decatlo) e o reserva Fernando dos Reis (100 m) tentaram vaga olímpica para os Jogos de Vancouver/2010, com carrinho que já tinha sido usado em Turim-2006, mas de fabricação ainda de 2004. A equipe treinou na Holanda e nos Estados Unidos e Canadá. Fez etapas no circuito internacional válida pela classificação olímpica da Copa Europa, na Áustria, e da Copa América, nos Estados Unidos e Canadá, O Brasil ocupou o 51º lugar. Com a recolocação de vagas (são três por país) poderia ir para 38º, mas não competiu na Itália e ficou fora dos Jogos de 2010. 

No atletismo, Bindilatti foi seis vezes campeão brasileiro e ainda competiu – após uma cirurgia na tíbia esquerda para corrigir uma fratura por estresse – nos 400 m com barreiras. Aos 32 anos, depois de encerrar a carreira no atletismo em 2009, atua ao lado de Elson Miranda, no Clube de Atletismo BM&FBOVESPA, como técnico do salto com vara – a equipe tem Fabiana Murer, Fábio Gomes da Silva, Thiago Braz, Karla Rosa, Sara Santos e Augusto Dutra. Também dá aulas como personal trainer, em São Paulo. Ainda deseja competir até 2014 e está disposto a trabalhar para “levar o bobsled do Brasil em frente”, assim como os outros esportes no gelo.
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