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Baiano, Edson Bindilatti é o piloto dos Blue Birds por vaga olímpica no bobsled em 2018
O veterano da seleção brasileira do esporte no gelo vai conduzir a equipe nos trenós de dois e de quatro homens na briga pela disputa dos Jogos de PyeongChang, na Coreia do Sul


São Paulo - O único piloto de bobsled do Brasil vem da Bahia - é nascido em Camamu. Aos 38 anos, Edson Bindilatti comanda os trenós de dois e de quatro homens da seleção brasileira de bobsled, os Blue Birds, que vão brigar por vaga olímpica. Os XXIII Jogos Olímpicos de Inverno, evento multiesportivo organizado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), serão realizados entre 9 e 25 de fevereiro de 2018, em PyeongChang, na Coreia do Sul.

A seleção brasileira de bobsled, chamada Blue Birds, é formada por Edson Bindilatti, piloto, Odirlei Pessoni, Edson Martins, Denis Parreira, Erick Vianna, todos pusher e breakman, e Rafael Souza, breakman.

Ex-atleta do atletismo, Bindilatti, que competia no decatlo, disputou os Jogos Olímpicos de Inverno de Salt Lake City, em 2002, como pusher (que empurra o carrinho), e voltou para a pista olímpica em 2006, como breakman (último homem do carrinho, o que puxa o breque, na linha de chegada). Foi o piloto do trenó brasileiro nos Jogos Olímpicos de 2014. O esporte havia sido retomado há um ano, após intervenção na Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (entre 2009 e 2013), e não teve tempo para se preparar para os Jogos de Sochi. De lá para cá, embora o país não tenha tradição em esportes no gelo, o bobsled conseguiu se organizar e se preparar. "A evolução foi imensa. Hoje podemos almejar resultados em grandes eventos. A seleção já é realidade e não um time que era motivo de chacota pela má gestão que tínhamos no passado", afirma Bindilatti sobre os Blue Birds.

Na temporada de 2016 e 2017, o Brasil ganhou duas das oito etapas da Copa América, em Salt Lake City e em Lake Placid, nos Estados Unidos, e foi vice-campeão do circuito (com 572 pontos), atrás dos Estados Unidos, em janeiro (26/1/2017), no trenó de quatro. Bindilatti foi o segundo melhor piloto das Américas no combinado dos trenós de dois e de quatro. O Brasil chegou ao 16º lugar no ranking mundial da Federação Internacional de Bobsled e Skeleton - posição que classificaria a equipe para os Jogos de PyeongChang.

No fim da temporada, em fevereiro e março últimos, Bindilatti, com Edson Martins e Erick Vianna, passaram três semanas treinando e conhecendo a pista olímpica da Coréia. "Foram semanas de aprendizado sobre a pista (tem 1.376 m e uma queda vertical de cerca de 116 m) e de ver como estamos em relação a outras equipes. É chegar em novembro, quando voltaremos para a pista da Coreia, com novo trenó e lâminas, mais bem treinados e bem preparados fisicamente", disse Bindilatti. O treino físico já começou e vai até junho. De julho a setembro, a seleção brasileira seguirá com a preparação nos Estados Unidos.

Os atletas da modalidade têm o apoio do programa Solidariedade Olímpica, do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (CBDG).
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